Coluna Almanaque - ELEIÇÕES, ENTRE OUTRAS COISAS...

Por Fábio Marques
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O Mamoré
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Por Fábio Marques 

Hoje em dia o apoio político ou poder de finanças é atributo de essencial importância quando o assunto resvala na órbita de qualquer eleição. Se elege quem possui estas duas credenciais. Portanto quando vocês cidadãos, virem candidato “apoiado” por deputado fulano, prefeito sicrano, ou empresa beltrana, a leitura tem que ser a seguinte: deputado, prefeito ou empresa irão usufruir lá adiante a devida ajuda que hoje ofertam, seja por tráfico de influência ou de favores oficiais. Existem raras exceções, é lógico. Mas o que prevalece é a jogada dos esquemas. Não existem mais ideias, não existem mais partidos. Quem está mandando é o dinheiro. Haja vista os pilantras que são eleitos a cada eleição. Tudo pelo dinheiro, tudo pelo poder. Infelizmente quem não tem dinheiro nesta parada se condena a ser apenas coadjuvante no teatro político.
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A ferramenta de mudanças na vida das pessoas ainda é o voto. Esta ferramenta depende da escolha consciente e madura do eleitor. É isto que vai decidir os rumos da cidade nos próximos quatro anos. Então pensemos com carinho. A população não pode continuar a ser massa de manobra dos canalhas da política. Os cidadãos são os atores principais deste processo. A responsabilidade com a Saúde, com a Educação, com a limpeza da cidade, com as avenidas e estradas, enfim, com os trabalhos em prol da sociedade, dependem da escolha de cada um.
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Para estas eleições municipais, algumas inovações foram implantadas pelo TRE. Para melhorar ainda mais esta reforma, está faltando implantar o voto distrital, que além de legitimar o candidato de sua região, elimina por absoluto a compra de votos por aqueles que acabam caindo de “paraquedas” em cidades que não sabem sequer em que região se encontra. Para quem não conhece o sistema do voto distrital, um simples resumo: quem é de Porto Velho, Ji-Paraná ou da região de Vilhena, não poderá ser votado na região de Nova Mamoré e Guajará-Mirim e vice-versa. O voto distrital é correto e legitima o sistema eleitoral avançado.
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Segundo pesquisa da Revista Veja, o assédio moral é prejudicial tanto à saúde dos empregados como à saúde da própria empresa ou instituição. Ou seja, contribui para a degradação do ambiente de trabalho. A má gerência atrapalha o trabalho e desqualifica o empregado. Sintomas de estresse como distúrbios do sono, pressão alta, depressão, raiva e revolta são frequentes em pessoas que sofreram ou estão sofrendo assédio moral por parte de suas chefias.
Estes sintomas já ocorreram com este escriba em tempos passados, por conta da opressão e humilhação a que fui submetido através de um chefete medíocre e incapaz para o cargo que ocupava. A sensação é horrível. A gente vai para o trabalho querendo não chegar lá. Na ocasião, eu e mais dois funcionários fomos obrigados até a trabalhar na lixeira municipal sem máscaras de higiene e luvas de proteção, expostos a gases tóxicos que causam doenças infecciosas. Como o problema era de origem pessoal comigo, fui forçado à demissão, mas resisti. A intenção deste cidadão, todos sabem, era somente me humilhar. Sequelas das dores sofridas em silêncio até hoje machucam.
Portanto, se você, servidor ou empregado funcional, vem sofrendo abusos por parte de seus chefias, não esmoreçam nem enfrentem o problema sob o calor das emoções. Denuncie de imediato á Promotoria Pública.
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